31 de out. de 2009

Poema de Finados


Amanhã que é dia dos mortos...

Vai ao cemitério. Vai
E procura entre as sepulturas
A sepultura de meu pai.
Leva três rosas bem bonitas.
Ajoelha e reza uma oração.
Não pelo pai, mas pelo filho:
O filho tem mais precisão.
O que resta de mim na vida
É a amargura do que sofri.
Pois nada quero, nada espero,
E em verdade estou morto ali.


Manuel Bandeira

1 de out. de 2009

A nova gestão


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